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Publicado em:
28
2/2019

E-commerce fatura R$53,2 bilhões em 2018

Previsão para 2019 é de crescimento de 15%, com categorias como cosméticos e moda puxando a aceleração.



Metatags: Negócios, Comércio, Faturamento, E-Commerce
Divulgação

O comércio eletrônico manteve a curva de crescimento em 2018, registrando faturamento de R$53,2 bilhões, alta nominal de 12% na comparação com 2017. Foram 123 milhões de pedidos realizados pelo e-commerce, 10% a mais do que no ano anterior. O tíquete médio de compras foi de R$434, ligeira alta de 1%. A informação é da Ebit|Nielsen, referência em informações sobre o e-commerce brasileiro.


Para 2019, a expectativa é de expansão de 15%, com vendas totais de R$61,2 bilhões. Os pedidos devem ser 12% maiores, 137 milhões, e o tíquete médio deve ser de R$447, aumento de 3%. "A entrada de novos e-consumidores e a expansão do mercado de dispositivos móveis/banda larga no Brasil, e da migração do varejo offline para o online", afirma Ana Szasz, líder comercial para Ebit|Nielsen.


O faturamento do e-commerce em 2018 ficou praticamente em linha com o previsto no relatório Webshoppers 38 (relatório de maior credibilidade sobre o comércio eletrônico brasileiro), divulgado em agosto, no qual a expectativa era de R$53,4 bilhões de faturamento, 120 milhões de pedidos e R$445 de tíquete médio. A próxima edição do documento deverá acontecer no dia 25 de março.


O crescimento também reflete a grande ebulição do setor em 2018, com a entrada de novos players, fusões e aquisições e a consolidação do modelo marketplace. Porém, dois grandes eventos impediram que o crescimento de 2018 fosse ainda mais expressivo.


"Além da greve dos caminhoneiros, que represou cerca de R$407 milhões em compras, prejudicando as vendas da Copa do Mundo e Dia dos Namorados, a instabilidade do período pré-eleitoral também impactou as vendas. O segundo e terceiro trimestres ficaram abaixo do previsto, mas como as vendas mantiveram-se aquecidas no início do ano e tivemos a melhor Black Friday da história, com vendas muito acima da expectativa, o e-commerce fechou o ano com um crescimento sólido e sustentável e tudo indica que o quadro deve se manter para 2019", explica Ana Szasz, líder comercial para Ebit|Nielsen.

Fonte: Primeira Página com informações da assessoria de imprensa da Nielsen.


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